PROFESSOR GERALDO FILHO

PROFESSOR GERALDO FILHO
VIVA AS AULAS COLETIVAS

sábado, 25 de junho de 2011

PROTEJA SEUS JOELHOS

Tonificação da musculatura protege joelhos contra dores. Principais tipos de dores nos joelhos estão relacionados às lesões dos ligamentos. Prática de atividade física com objetivo e intensidade pode é uma das causas.

     Maior articulação do corpo humano, o joelho é responsável por suportar grandes demandas físicas, não só em atividades como caminhadas, marchas e corridas, mas também em práticas esportivas. Por fazer a ligação entre o quadril e os pés, tem papel importante na mobilidade corporal, viabilizando movimentos extensores e flexores.

   "O joelho é constituído principalmente por duas articulações: a patelafemoral e a tibiafemoral, que funcionam em conjunto, permitindo movimentos simples como agachar ou subir e descer escadas. Essas articulações e seus ligamentos que são responsáveis por sustentar grandes impactos durante exercícios físicos, por isso é tão importante mantê-los protegidos de possíveis lesões",

  Segundo Everaldo Vasconcelos, fisioterapeuta especialista em ortopedia.que também coordena o "Grupo do Joelho", formado por alunos de fisioterapia do Centro Universitário Barão de Mauá e que tem como objetivo auxiliar no tratamento de lesões de praticantes de atividade física e afirma que os joelhos estão entre as articulações mais afetadas na prática de atividades .

     Os principais tipos de dores nos joelhos estão relacionados às lesões dos ligamentos e lesões relacionadas à prática de atividade física sem um bom condicionamento físico.

     Os riscos de lesão, no entanto, podem ser menores com ações preventivas que abrangem trabalhos de fortalecimento, flexibilidade e de equilíbrio postural", Mas, se mesmo com a prevenção ocorrerem lesões durante a prática física, é recomenda a aplicação imediata de gelo no local e posteriormente uma consulta com um médico ortopedista e tratamento com fisioterapia.
       Músculos da coxa fortalecidos
   Alguns fatores podem favorecer as lesões nos joelhos, como rompimento dos ligamentos, sedentarismo, uso de calçados inadequados, prática incorreta de atividade física e problemas de cartilagem no caso das mulheres, que possuem estrutura corporal diferente dos homens.

   Os joelhos são estruturados de forma a suportarem mais força do que velocidade. Por isso a alta incidência de lesões durante a execução de exercícios que exigem mudança rápida de direção.e também pelos excessos nas atividades aeróbicas.

  Exercícios com a finalidade de fortalecer os músculos das coxas são os mais indicados para proteger essas que são as mais complexas articulações do corpo",.

  Para garantir um bom condicionamento aos músculos que protegem os joelhos é preciso dedicação aos exercícios três vezes por semana. O treino deve fortalecer todos os músculos que chegam até o joelho.

Dicas para um joelho protegido
     Durante os treinos de musculação, procure exercitar a musculatura de maneira equivalente. A DESCOMPENSAÇÃO entre as regiões aumenta o risco de lesões. Atividades físicas sem a devida preparação articular são uma das principais causas de lesões no joelhos.

     Para manter a articulação saudável e livre de lesões fortaleça bem os joelhos . em caso de dor durante a atividade é recomendável não continuar e sim parar e procurar um ortopedista antes que voce passe de aluno a paciente.

Boas atividades a todos
LEMBRE-SE SEMPRE DE NÃO EXAGERAR NOS EXERCÍCIOS E EM CASO DE DÚVIDAS

PROCURE O INSTRUTOR DA MODALIDADE QUE VOCE ESTÁ PRATICANDO

PROFESSOR GERALDO FILHO  INSTRUTOR DE GINÁSTICA

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sábado, 14 de maio de 2011

MITO E VERDADES SOBRE O JUMP




1. Prejudica os seios: MITO – desde que utilize um top reforçado. Esqueça aquele que parecem com biquinis.
2. Não pode ser feito por crianças: MITO – a partir dos 10 anos a criança já tem condições motoras de acompanhar os movimentos executados na aula. Antes disso seria interessante adequar a aula usando movimentos mais fáceis.
3. Utilizar caneleiras prejudica as articulações: VERDADE – o aumento da sobrecarga em exercícios cuja execução é feita rapidamente pode causar lesões. Se a intensão for aumentar o gasto calórico, utilize movimentos mais amplos, se for aumentar a massa muscular, combine com exercícios localizados.
4. Não é recomendado para gestantes: VERDADE – apesar de ter o impacto diminuído, o ato de pular traz desconforto. Além disso há risco de queda do equipamento.
5. Proibido para quem tem labirintite: VERDADE– É contra indicado, mas se o indivíduo estiver medicado e não sentir desconforto, pode ser liberado pelo médico.
6. Bom para quem tem problemas articulares: MITO – apesar do trampolim ser usado na reabilitação de pessoas com lesões nas articulações, as aulas são desaconselhadas para quem tem instabilidade articular. São trabalho totalmente diferentes.
7. Melhora a circulação: VERDADE – em função da força exercida ao empurrar a lona, há melhora no retorno venoso, melhorando a circulação como um todo.

8. Exercício de baixo impacto: MITO – Apesar de gerar cerca de 80% a menos de impacto comparado ao mesmo movimento realizado no solo, o impacto é mediano. Equivale ao gerado por uma corrida.
9. Dá vontade de fazer xixi: VERDADE – uma conseqüência do aumento do retorno venoso é o aumento no volume de urina.

10. Combate a celulite: VERDADE – pois melhora a circulação.

11. Gasta cerca de 350Kcal: VERDADE – esse é o gasto aproximado em 30 min. para indivíduos adultos com cerca de 70 kg.

12. Proibido para quem tem problemas na coluna: MITO – depende do problema, se você pode correr provavelmente poderá fazer essa aula. Quem deve determinar é o médico.









sexta-feira, 22 de abril de 2011

GOVERNO FEDERAL ENTRA NA LUTA CONTRA A OBESIDADE

"Academia da Saúde" irá implantar centros e espaços para exercícios físicos.
Atividades individuais e coletivas serão orientadas por profissionais qualificados

O Ministério da Saúde lançou nesta quinta-feira (7), Dia Mundial da Saúde, em Brasília, o programa Academia da Saúde. O projeto estimula a criação de espaços adequados para prática de atividade física e de lazer, a exemplo de iniciativas bem sucedidas realizadas em cidades como Recife, Aracaju e Belo Horizonte. “Esses programas buscaram eliminar barreiras como, por exemplo, a inexistência de espaços públicos de lazer que diminuem a possibilidade de acesso as práticas corporais pela maioria da população”, explica Deborah Malta, coordenadora de Vigilância de Doenças e Agravos Não Transmissíveis, do Ministério da Saúde.

O lançamento do Academia da Saúde faz parte das estratégias do governo federal para a promoção da saúde, prevenção de doenças crônicas, como diabetes e hipertensão, além de potencializar elementos da cultura local para produção de escolhas saudáveis pela população beneficiada com as ações. Outra estratégia anunciada hoje, Dia Mundial da Saúde, é a assinatura de acordos entre o Ministério da Saúde e as instituições que representam a indústria para a redução do teor de sódio nos alimentos processados.

Atividade FísicaO programa Academia da Saúde prevê a implantação de infraestruturas, denominadas polos, que possuem espaços para realização de atividades individuais e coletivas, e equipamentos para alongamentos e outras atividades físicas e de lazer, com a orientação de profissionais qualificados. As atividades desenvolvidas podem ser práticas corporais, como ginástica, capoeira, dança, jogos esportivos, yoga e tai chi chuan, ou práticas artísticas, como teatro, música, pintura e artesanato.

Também podem ser desenvolvidas atividades de segurança alimentar e nutricional, educação alimentar e orientação para a prática de atividade física. Outra iniciativa é a construção de área de convivência, um espaço com instalações para atividades relacionadas aos jogos de salão (dominó, baralho, dama, xadrez, etc.). “Essas áreas são atrativas para pessoas idosas, especialmente homens, mas podem ser utilizadas como complementar das atividades recreativas com crianças”, sugere Deborah Malta.

O Academia da Saúde será articulado em parceria com os estados, municípios e Poder Legislativo. O desenvolvimento das ações contará com a participação de profissionais da Atenção Primária à Saúde (APS) que atuam na Estratégia de Saúde da Família (ESF), especialmente nos Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF). Cada NASF pode ter até três polos do programa vinculados ao núcleo.

A Portaria que institui o programa Academia da Saúde pode ser acessada por meio do link. As informações sobre como participar, envio de propostas e repasses dos recursos serão divulgadas posteriormente em nova Portaria a ser publicada pelo Ministério da Saúde.

Indicadores
A prática de atividade física é um dos indicadores pesquisados pelo Vigitel, inquérito telefônico realizado pelo Ministério da Saúde anualmente desde 2006, com aproximadamente 54 mil adultos residentes nas 26 capitais e no Distrito Federal.

De acordo com os dados de 2009, 16,4% dos adultos são sedentários, ou seja, pessoas que não fazem nenhuma atividade física no tempo livre, no deslocamento diário ou em atividades como a limpeza da casa e trabalho pesado. A pesquisa também mostrou que, nos períodos de lazer, 25,8% dos brasileiros passam três ou mais horas em frente à TV, cinco vezes ou mais na semana.

Além disso, apenas 15% dos adultos são ativos no tempo livre, com maior proporção nos homens (18,5%) em relação às mulheres (12%). A Organização Mundial de Saúde recomenda a prática de 30 minutos de atividade física, em cinco ou mais dias por semana. “Por isso, o Ministério da Saúde tem priorizado ações educativas para promoção da saúde e da atividade física”, afirma Deborah Malta.

No Brasil, a Política Nacional de Promoção da Saúde foi instituída em 2006 e hoje conta com a participação de 1.506 municípios de todas as regiões. Entre 2006 e 2010, foram repassados R$ 171 milhões às Secretarias Municipais de Saúde que integram a Rede Nacional de Promoção da Saúde. Com o recurso, os gestores desenvolvem projetos de promoção da saúde, contemplando ações de atividade física.

domingo, 6 de março de 2011

ANVISA QUER BANIR REMÉDIOS PARA EMAGRECER

O reinado dos remédios emagrecedores está por um fio. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) quer banir de vez a comercialização de todas as drogas usadas para emagrecer que atuam no sistema nervoso central: a sibutramina e os derivados de anfetamina (femproporex, dietilpropiona e mazindol). A única droga para o tratamento da obesidade que continuará liberada será o orlistate (Xenical), que atua diretamente no intestino, reduzindo em cerca de 30% a absorção de gordura. Diante de estudos que apontam que o consumo de sibutramina aumenta o risco de problemas cardíacos, desde o ano passado a Anvisa impôs novas regras e endureceu os critérios de venda dessa droga. Ela deixou de ser vendida como medicamento comum e passou a integrar a categoria dos anorexígenos, drogas que exigem receita especial.

A proposta de proibir os emagrecedores foi anunciada a especialistas e entidades médicas da área na semana passada e será publicada hoje no site da agência, junto com um parecer explicando os motivos. Para médicos endocrinologistas que atuam no combate à obesidade, a medida é radical demais e vai deixar os pacientes sem opção de tratamento, já que o controle da fome e da saciedade ocorre no cérebro.
“Quase metade da população brasileira tem sobrepeso. Muitos pacientes não conseguem perder peso com o tratamento clínico convencional, que inclui dieta e exercícios físicos. Como vamos controlar a obesidade desses pacientes sem mexer no cérebro?”, diz o Quase metade da população brasileira tem sobrepeso. Muitos pacientes não conseguem perder peso com o tratamento clínico convencional, que inclui dieta e exercícios físicos. Como vamos controlar a obesidade desses pacientes sem mexer no cérebro?”, diz o endocrinologista Márcio Mancini, chefe do departamento de obesidade do Hospital das Clínicas (HC).

CONHEÇA OS EFEITOS COLATERAIS DA SIBUTRAMINA

Os efeitos colaterais mais comuns são: secura na boca aliada a um gosto estranho, irritação no estômago, dificuldade para dormir, dor de cabeça, sonolência, dor nas articulações e músculos.
Apesar de raro, há alguns efeitos colaterais que requerem atenção médica imediata: arritmia cardíaca, alterações mentais, mudanças de humor e parestesia.
Ataque apoplético, problema para urinar, dor no peito, hemiplegia, visão anormal, dispnéia e edema, requerem atenção médica urgente.
SERÁ QUE VALE A PENA TOMAR?

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

CÃIBRAS SAIBA UM POUCO MAIS


Os músculos correspondem a aproximadamente 40% do peso corporal. As cãibras são contrações involuntárias e dolorosas de um músculo ou de um grupo de muscular que acometem apenas a musculatura estriada e afetam principalmente os músculos posteriores da perna (músculo gastrocnemio), e podem iniciar durante a atividade física, no repouso e até durante o sono. A etiologia é controversa.

Inicia-se mais frequentemente após uma contração muscular intensa com consequente encurtamento do músculo que está sofrendo o processo. Geralmente origina-se da fasciculação de um grupo muscular isolado ou da associação de grupos musculares que passam a contrair desordenadamente, sem o controle do índividuo. 
As cãibras estão associadas a uma série de condições não relacionadas com o esporte ou exercício. O suor e a diurese excessiva podem causar uma hiponatremia (queda do sódio sérico). Isso é importante porque o organismo começa a utilizar sódio dos músculos quando as suas principais fontes de glicogênio acabam. Quando isso acontece pode ocorrer uma hiperritabilidade em algumas terminações nervosas que ficam hiperexitadas, provocando um estresse mecânico ao seu redor. Resultando em contrações espontâneas dos músculos, ou seja, nas cãibras. 
É importante salientar que as deficiências de outros minerais como cálcio, magnésio e potássio também podem causar cãibras musculares e problemas neuromotores. A falta de condicionamento físico e a fadiga também podem ser responsáveis pelas cãibras. Uma prova disso é a sua maior frequencia em atletas iniciantes, pouco preparados ou mal assessorados por um profissional da área. 
Na insuficiência renal aguda ou em pacientes que realizam hemodiálise, esses sintomas podem ocorrer mais comumente. Estas condições podem ser explicadas pela baixa concentração sérica de sódio no corpo. A administração de soluções salinas pode ajuda a combater os sintomas, causando alívio nas dores da contração muscular. Baixos níveis de cálcio e magnésio sérico também podem estar envolvidos no início dos sintomas. Entretanto nenhum destes desequilíbrios iônicos necessariamente tem que estar presente na gênese do problema. 
Outros fatores que favorecem a ocorrência de cãibras são doenças como diabetes, doenças neurológicas ou problemas vasculares. Há algumas evidências que indicam que o uso de certos suplementos dietéticos como creatina pode aumentar os riscos de cãibras musculares. 
Acabando com o problema
As cãibras podem ser momentaneamente interrompidas por uma contração ativa da musculatura antagonista à afetada, ou por um alongamento passivo forçado desta musculatura. Após esse primeiro sintoma, o músculo mostra alterações na excitabilidade e na contratilidade, mostrando-se fasciculado por alguns minutos. O músculo pode permanecer dolorido por alguns dias, dependendo da intensidade da cãibra. 
O tratamento pode ser iniciado com a administração de eletrólitos e a regulação do balanço hídrico (quantidade de água). Entretanto este tratamento não é comprovadamente eficaz. Cada vez mais se têm utilizado medicamentos para o tratamento das cãibras principalmente na população de não atletas.

Sulfato de quinina e fosfato de cloroquina tem sido benéficos principalmente nos casos de cãibras noturnas. A causa exata das cãibras durante os exercícios permanece controversa. Alguns estudos têm conduzido para hipótese de desidratação, distúrbios eletrolíticos e fadiga muscular. 
Como prevenir as cãibras

- Alongar e aquecer a musculatura antes de iniciar a atividade física
- Adequada hidratação antes, durante e após a atividade física
- Repor níveis de sódio durante os intervalos de exercícios intensos e com transpiração abundante com bebidas esportivas ou com alimentos que contenham sódio
- Ingestão adequada de carboidratos para evitar a utilização de proteína muscular como forma de energia
- Assegurar uma recuperação nutricional adequada 

sábado, 20 de novembro de 2010

DOENÇAS EM RELAÇÃO A OBESIDADE MATARÁ MAIS EM 2030

Série de artigos publicados na revista médica The Lancet revela que, em 2030, sete em cada dez mortes no mundo terão como causas doenças não-infecciosas, as chamadas doenças crônicas. Entre elas, aquelas causadas pelo sobrepeso e a obesidade, como diabetes e doenças cardiovasculares.

Em torno de 23 milhões de mortes por doenças crônicas – 60% do total de óbitos por esta causa em todo o mundo – estão concentradas em 23 países pobres e de nível médio. O sobrepeso e a obesidade foram considerados problemas graves, especialmente na Argentina (onde 74% dos homens estão neste grupo) e no Egito (74% das mulheres).

Em 14 desses países, segundo os autores dos trabalhos, as doenças infecciosas terão 2% de queda nos próximos 40 anos, 1,1% de crescimento anual nos casos de câncer e 0,7% nos de doenças cardiovasculares.

Estratégias de Combate
Um dos artigos da série publicada na The Lancet analisa as estratégias necessárias frente aos fatores de risco da obesidade em seis países emergentes (Brasil, México, Índia, China, África do Sul e Rússia) e um desenvolvido (Reino Unido). O estudo afirma que, nos sete mencionados, a obesidade e as doenças crônicas relacionadas ao excesso de peso são um grave problema. E dá exemplos: de cada dez adultos mexicanos, sete apresentam sobrepeso ou obesidade, enquanto a China, com 92 milhões de casos, tem os mesmos índices de diabetes dos EUA.

Como estratégias de combate, o estudo sugere: campanhas de promoção da saúde na imprensa, menos impostos e mais subsídios para incentivar o consumo de alimentos saudáveis, controle sobre a publicidade dos alimentos para o público infantil e obrigatoriedade na indicação dos níveis de açúcar e sal nas embalagens dos produtos.

Advertências
O estudo adverte, em comentário na série de trabalhos, que se os governos desconsiderarem as ameaças das quatro doenças crônicas mais preocupantes – câncer, diabetes, doenças cardiovasculares e respiratórias crônicas – “as pessoas sadias serão minoria, as crianças doentes morrerão antes de seus pais e os sistemas de saúde não darão conta”.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

CORRER MARATONA PODE FAZER MAL AO CORAÇÃO ,ENTENDA PORQUE


Correr uma maratona pode machucar o coração, segundo um estudo que acaba de ser apresentado no Congresso Cardiovascular Canadense, que termina amanhã.

A pesquisa, da Universidade Laval, no Canadá, examinou 20 corredores amadores saudáveis algumas semanas antes e 48 horas depois de uma prova. Foram feitos testes de esforço, de sangue e ressonância magnética.

Os exames mostraram alterações no bombeamento sanguíneo e na oxigenação do coração, além de microlesões e inchaço no órgão.

Os piores resultados foram de pessoas com menor índice de absorção de oxigênio pelo teste VO2. Três meses depois, os exames foram repetidos e as alterações tinham desaparecido.

O médico canadense Éric Larose, um dos autores do estudo, disse à Folha que, apesar de reversíveis, as mudanças observadas estão associadas à ocorrência de eventos cardiovasculares.

Segundo o médico Daniel Arkader Kopiler, da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte, o esforço de uma maratona causa um processo inflamatório reversível, mas preocupante.

"Há a destruição de células do coração e a liberação de enzimas. Isso pode facilitar o surgimento de lesões."

Para o médico Antonio Sergio Tebexreni, professor da Unifesp, em amadores, há uma maior possibilidade de surgirem pequenos coágulos e microlesões no órgão.

"Quanto maior o preparo físico, melhor vai ser a circulação cardíaca e o aproveitamento. O coração trabalha menos para produzir a mesmCorrer uma maratona pode machucar o coração, segundo um estudo que acaba de ser apresentado no Congresso Cardiovascular Canadense, que termina amanhã.

A pesquisa, da Universidade Laval, no Canadá, examinou 20 corredores amadores saudáveis algumas semanas antes e 48 horas depois de uma prova. Foram feitos testes de esforço, de sangue e ressonância magnética.

Os exames mostraram alterações no bombeamento sanguíneo e na oxigenação do coração, além de microlesões e inchaço no órgão.

Os piores resultados foram de pessoas com menor índice de absorção de oxigênio pelo teste VO2. Três meses depois, os exames foram repetidos e as alterações tinham desaparecido.

O médico canadense Éric Larose, um dos autores do estudo, disse à Folha que, apesar de reversíveis, as mudanças observadas estão associadas à ocorrência de eventos cardiovasculares.

Segundo o médico Daniel Arkader Kopiler, da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte, o esforço de uma maratona causa um processo inflamatório reversível, mas preocupante.

"Há a destruição de células do coração e a liberação de enzimas. Isso pode facilitar o surgimento de lesões."
Para o médico Antonio Sergio Tebexreni, professor da Unifesp, em amadores, há uma maior possibilidade de surgirem pequenos coágulos e microlesões no órgão.

"Quanto maior o preparo físico, melhor vai ser a circulação cardíaca e o aproveitamento. O coração trabalha menos para produzir a mesma quantidade de energia."